Em um pedaço de mundo ele dormia o merecido sono depois da comida de hoje, com o cão a vigiar-lhe as sobras. Os bancos de praça do mundo se parecem, todos portos de quem não tem âncora. Quartos e salas de jantar de quem não possui mais a ilusão de um molho de chaves e portas para cerrar…
Setembro 12, 2009
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